Uma das máximas do futebol diz que ele é o esporte mais popular do mundo.
Mas o povão já não consegue assistir um clássico em frente a TV com tanta facilidade.
Agora o sujeito precisa pagar uma assinatura mensal de TV a cabo e, se quiser ver o jogo mais esperado da rodada, ainda tem que comprar o pay per view.
Já se foi o tempo em que a TV aberta transmitia as partidas de maior apelo.
Ontem, na quinta rodada do Brasileirão, mais uma vez foi frustrante.
Qual o time da moda?
Qual é o líder do campeonato?
Qual jogo estava recheado de atrações e que trazia um gostoso clima de revanche em campo?
Qual jogo tinha maior apelo popular?
A escolha era óbvia: Corinthians x Santos.
Mas clássicos do futebol mais do que nunca viraram produtos de mercantilização.
Aí entra a lei da oferta e da procura.
E as coisas ficam ainda mais complicadas quando se tem apenas uma emissora detentora dos direitos de transmissão.
Aí é monopólio.
Uma partida de futebol é um evento de interesse público.
Não se deveria reduzir um clássico a um artigo de privilegiados.
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